BATATA NAO TEM FIM......................(dulcedeleche)
Publicado por
@DULCEDELECHE54
A Tonga da Mironga do Kabuletê
Vinicius de Moraes
Composição: Vinicius de Moraes / Toquinho
Eu caio de bossa
Eu sou quem eu sou
Eu saio da fossa
Xingando em nagô
Você que ouve e não fala
Você que olha e não vê
Eu vou lhe dar uma pala
Você vai ter que aprender
A tonga da mironga do kabuletê
A tonga da mironga do kabuletê
A tonga da mironga do kabuletê
Eu caio de bossa
Eu sou quem eu sou
Eu saio da fossa
Xingando em nagô
Você que lê e não sabe
Você que reza e não crê
Você que entra e não cabe
Você vai ter que viver
Na tonga da mironga do kabuletê
Na tonga da mironga do kabuletê
Na tonga da mironga do kabuletê
Você que fuma e não traga
E que não paga pra ver
Vou lhe rogar uma praga
Eu vou é mandar você
Pra tonga da mironga do kabuletê
Pra tonga da mironga do kabuletê
Pra tonga da mironga do kabuletê
PRA BATATINHA AMBARCINHA
SUSANA
Vinicius de Moraes
Composição: Vinicius de Moraes / Toquinho
Eu caio de bossa
Eu sou quem eu sou
Eu saio da fossa
Xingando em nagô
Você que ouve e não fala
Você que olha e não vê
Eu vou lhe dar uma pala
Você vai ter que aprender
A tonga da mironga do kabuletê
A tonga da mironga do kabuletê
A tonga da mironga do kabuletê
Eu caio de bossa
Eu sou quem eu sou
Eu saio da fossa
Xingando em nagô
Você que lê e não sabe
Você que reza e não crê
Você que entra e não cabe
Você vai ter que viver
Na tonga da mironga do kabuletê
Na tonga da mironga do kabuletê
Na tonga da mironga do kabuletê
Você que fuma e não traga
E que não paga pra ver
Vou lhe rogar uma praga
Eu vou é mandar você
Pra tonga da mironga do kabuletê
Pra tonga da mironga do kabuletê
Pra tonga da mironga do kabuletê
PRA BATATINHA AMBARCINHA
SUSANA
Comentarios
@OJOSVERDES
06/06/2006
yo pense que era chiste no una cancion...
@OJOSVERDES
06/06/2006
yo tengo el disco de la fusa, el original de la primera vez que vinieron, pero no recuerdo ese tema... sera del segundo?
@OJOSVERDES
06/06/2006
ya voy a buscar el mio, si, era en vivo, re lindo, pero hubo dos... no me extrañaria con lo despistada que soy, que lo tenga y no me haya dado cuenta...
(lo compro mi papa en el 70, creo)
(lo compro mi papa en el 70, creo)
@OJOSVERDES
06/06/2006
ahhhhhhhhhhh que taradaaaaaaaa
lei el titulo batata nao tem fim, y pense que la cancion era sobre eso...
ahora me fije y es a tonga da mironga... claro que esta en el disco!!!
batata nao tem fim,
despiste tampoco...
lei el titulo batata nao tem fim, y pense que la cancion era sobre eso...
ahora me fije y es a tonga da mironga... claro que esta en el disco!!!
batata nao tem fim,
despiste tampoco...
@OJOSVERDES
06/06/2006
si, el disco es lindo desde que empieza hasta que termina, sin descartar nada... pocas veces pasa eso...
@OJOSVERDES
06/06/2006
mariaaaaaaaaaaa al repertorioooooooooooo (esa se tocarla jeje)
@OJOSVERDES
06/06/2006
buenoooooooo otra al repertorio
firmado
la ojos ensayando bossa
firmado
la ojos ensayando bossa
@OJOSVERDES
06/06/2006
a mi me gusta esta....
Chega de Saudade
Vai minha tristeza e diz a ela
que sem ela não pode ser
Diz-lhe numa prece que ela regresse,
porque eu não posso mais sofrer
Chega de saudade, a realidade é que
sem ela não há paz Não há beleza,
é só tristeza e a melancolia
que não sai de mim, Não sai de mim, não sai
Mas se ela voltar, se ela voltar,
que coisa linda, que coisa louca.
Pois há menos peixinhos a nadar no mar,
Do que os beijinhos que eu darei na sua bo- ca
Dentro dos meus braços
os abraços hão de ser milhões de abraços
Aper- tado assim, colado assim, calado assim,
Abraços e beijinhos e carinhos sem ter fim
Que é prá acabar com esse negócio de viver longe de mim
Não quero mais esse negócio de você viver assim
Vamos deixar desse negócio
de você viver sem mim
Chega de Saudade
Vai minha tristeza e diz a ela
que sem ela não pode ser
Diz-lhe numa prece que ela regresse,
porque eu não posso mais sofrer
Chega de saudade, a realidade é que
sem ela não há paz Não há beleza,
é só tristeza e a melancolia
que não sai de mim, Não sai de mim, não sai
Mas se ela voltar, se ela voltar,
que coisa linda, que coisa louca.
Pois há menos peixinhos a nadar no mar,
Do que os beijinhos que eu darei na sua bo- ca
Dentro dos meus braços
os abraços hão de ser milhões de abraços
Aper- tado assim, colado assim, calado assim,
Abraços e beijinhos e carinhos sem ter fim
Que é prá acabar com esse negócio de viver longe de mim
Não quero mais esse negócio de você viver assim
Vamos deixar desse negócio
de você viver sem mim
@SOYSTATIRA
07/06/2006
APLICANDO UN POCO DE COLOR A TANTO ARCO IRIS ADORMECIDO ULTIMAMENTE...
Pongamos un manto de piedaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaad!!!!!!
( Sale con traducción para todos, especialmente para María, la lejana...)
Aquarela
Toquinho - Vinicius de Moraes - M. Fabrizio - G. Morra
Numa folha qualquer eu desenho um sol amarelo
E com cinco ou seis retas é fácil fazer um castelo.
Corro o lápis em torno da mão e me dou uma luva,
E se faço chover, com dois riscos tenho um guarda-chuva.
Se um pinguinho de tinta cai num pedacinho azul do papel,
Num instante imagino uma linda gaivota a voar no céu.
Vai voando, contornando a imensa curva Norte e Sul,
Vou com ela, viajando, Havai, Pequim ou Istambul.
Pinto um barco a vela branco, navegando, é tanto céu e mar num beijo azul.
Entre as nuvens vem surgindo um lindo avião rosa e grená.
Tudo em volta colorindo, com suas luzes a piscar.
Basta imaginar e ele está partindo, sereno, indo,
E se a gente quiser ele vai pousar.
Numa folha qualquer eu desenho um navio de partida
Com alguns bons amigos bebendo de bem com a vida.
De uma América a outra consigo passar num segundo,
Giro um simples compasso e num círculo eu faço o mundo.
Um menino caminha e caminhando chega no muro
E ali logo em frente, a esperar pela gente, o futuro está.
E o futuro é uma astronave que tentamos pilotar,
Não tem tempo nem piedade, nem tem hora de chegar.
Sem pedir licença muda nossa vida, depois convida a rir ou chorar.
Nessa estrada não nos cabe conhecer ou ver o que virá.
O fim dela ninguém sabe bem ao certo onde vai dar.
Vamos todos numa linda passarela
De uma aquarela que um dia, enfim, descolorirá.
Numa folha qualquer eu desenho um sol amarelo (que descolorirá).
E com cinco ou seis retas é fácil fazer um castelo (que descolorirá).
Giro um simples compasso e num círculo eu faço o mundo (que descolorirá).
ACUARELA
En los mapas del cielo,
el sol siempre es amarillo
y la lluvia o las nubes
no pueden velar tanto brillo
ni los árboles nunca podrán ocultar el camino,
de la luz hacia el bosque
profundo de nuestro destino.
Esa hierba tan verde, se ve como un manto lejano,
que no puede escapar,
que se puede alcanzar, sólo con volar.
Siete mares he surcado,
siete mares color azul,
yo soy nave, voy navegando,
y mi vela eres tú...
Bajo el agua veo peces de colores,
van donde quieren, no los mandas tú...
Por el cielo, va cruzando,
por el cielo color azul,
un avión que vuela alto,
diez mil metros de altitud,
desde tierra lo saludan con las manos, se va alejando, no se dónde va,
no se dónde va...
Sobre un tramo de vía,
cruzando un paisaje de ensueño,
en un tren que me lleva de nuevo a ser muy pequeño,
de una América a otra,
tan sólo es cuestión de un segundo,
basta con desearlo
y podrás recorrer todo el mundo...
Un muchacho que trepa,
que trepa en lo alto de un muro,
si se siente seguro,
verá su futuro con claridad...
Y el futuro, es una nave,
que por el cielo volará,
a Saturno, después a Marte,
nadie sabe dónde llegará,
si le ves venir,
si te trae amores, no te los roben sin apurar.
Aprovecha, los mejores, que después no volverán.
La esperanza, jamás se pierde, los malos tiempos pasarán,
piensa que el futuro es una acuarela y tu vida un lienzo,
que colorear, que colorear...
En los mapas del cielo
el sol siempre es amarillo
(tú lo pintarás)
y la lluvia o las nubes no pueden velar tanto brillo
(tú lo pintarás)
basta aún desearlo
y podrá recorrer todo el mundo
(tú lo pintarás)
Pongamos un manto de piedaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaad!!!!!!
( Sale con traducción para todos, especialmente para María, la lejana...)
Aquarela
Toquinho - Vinicius de Moraes - M. Fabrizio - G. Morra
Numa folha qualquer eu desenho um sol amarelo
E com cinco ou seis retas é fácil fazer um castelo.
Corro o lápis em torno da mão e me dou uma luva,
E se faço chover, com dois riscos tenho um guarda-chuva.
Se um pinguinho de tinta cai num pedacinho azul do papel,
Num instante imagino uma linda gaivota a voar no céu.
Vai voando, contornando a imensa curva Norte e Sul,
Vou com ela, viajando, Havai, Pequim ou Istambul.
Pinto um barco a vela branco, navegando, é tanto céu e mar num beijo azul.
Entre as nuvens vem surgindo um lindo avião rosa e grená.
Tudo em volta colorindo, com suas luzes a piscar.
Basta imaginar e ele está partindo, sereno, indo,
E se a gente quiser ele vai pousar.
Numa folha qualquer eu desenho um navio de partida
Com alguns bons amigos bebendo de bem com a vida.
De uma América a outra consigo passar num segundo,
Giro um simples compasso e num círculo eu faço o mundo.
Um menino caminha e caminhando chega no muro
E ali logo em frente, a esperar pela gente, o futuro está.
E o futuro é uma astronave que tentamos pilotar,
Não tem tempo nem piedade, nem tem hora de chegar.
Sem pedir licença muda nossa vida, depois convida a rir ou chorar.
Nessa estrada não nos cabe conhecer ou ver o que virá.
O fim dela ninguém sabe bem ao certo onde vai dar.
Vamos todos numa linda passarela
De uma aquarela que um dia, enfim, descolorirá.
Numa folha qualquer eu desenho um sol amarelo (que descolorirá).
E com cinco ou seis retas é fácil fazer um castelo (que descolorirá).
Giro um simples compasso e num círculo eu faço o mundo (que descolorirá).
ACUARELA
En los mapas del cielo,
el sol siempre es amarillo
y la lluvia o las nubes
no pueden velar tanto brillo
ni los árboles nunca podrán ocultar el camino,
de la luz hacia el bosque
profundo de nuestro destino.
Esa hierba tan verde, se ve como un manto lejano,
que no puede escapar,
que se puede alcanzar, sólo con volar.
Siete mares he surcado,
siete mares color azul,
yo soy nave, voy navegando,
y mi vela eres tú...
Bajo el agua veo peces de colores,
van donde quieren, no los mandas tú...
Por el cielo, va cruzando,
por el cielo color azul,
un avión que vuela alto,
diez mil metros de altitud,
desde tierra lo saludan con las manos, se va alejando, no se dónde va,
no se dónde va...
Sobre un tramo de vía,
cruzando un paisaje de ensueño,
en un tren que me lleva de nuevo a ser muy pequeño,
de una América a otra,
tan sólo es cuestión de un segundo,
basta con desearlo
y podrás recorrer todo el mundo...
Un muchacho que trepa,
que trepa en lo alto de un muro,
si se siente seguro,
verá su futuro con claridad...
Y el futuro, es una nave,
que por el cielo volará,
a Saturno, después a Marte,
nadie sabe dónde llegará,
si le ves venir,
si te trae amores, no te los roben sin apurar.
Aprovecha, los mejores, que después no volverán.
La esperanza, jamás se pierde, los malos tiempos pasarán,
piensa que el futuro es una acuarela y tu vida un lienzo,
que colorear, que colorear...
En los mapas del cielo
el sol siempre es amarillo
(tú lo pintarás)
y la lluvia o las nubes no pueden velar tanto brillo
(tú lo pintarás)
basta aún desearlo
y podrá recorrer todo el mundo
(tú lo pintarás)
@SOYSTATIRA
07/06/2006
APLICANDO UN POCO DE COLOR A TANTO ARCO IRIS ADORMECIDO ULTIMAMENTE...
Pongamos un manto de piedaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaad!!!!!!
( Sale con traducción para todos, especialmente para María, la lejana...)
Aquarela
Toquinho - Vinicius de Moraes - M. Fabrizio - G. Morra
Numa folha qualquer eu desenho um sol amarelo
E com cinco ou seis retas é fácil fazer um castelo.
Corro o lápis em torno da mão e me dou uma luva,
E se faço chover, com dois riscos tenho um guarda-chuva.
Se um pinguinho de tinta cai num pedacinho azul do papel,
Num instante imagino uma linda gaivota a voar no céu.
Vai voando, contornando a imensa curva Norte e Sul,
Vou com ela, viajando, Havai, Pequim ou Istambul.
Pinto um barco a vela branco, navegando, é tanto céu e mar num beijo azul.
Entre as nuvens vem surgindo um lindo avião rosa e grená.
Tudo em volta colorindo, com suas luzes a piscar.
Basta imaginar e ele está partindo, sereno, indo,
E se a gente quiser ele vai pousar.
Numa folha qualquer eu desenho um navio de partida
Com alguns bons amigos bebendo de bem com a vida.
De uma América a outra consigo passar num segundo,
Giro um simples compasso e num círculo eu faço o mundo.
Um menino caminha e caminhando chega no muro
E ali logo em frente, a esperar pela gente, o futuro está.
E o futuro é uma astronave que tentamos pilotar,
Não tem tempo nem piedade, nem tem hora de chegar.
Sem pedir licença muda nossa vida, depois convida a rir ou chorar.
Nessa estrada não nos cabe conhecer ou ver o que virá.
O fim dela ninguém sabe bem ao certo onde vai dar.
Vamos todos numa linda passarela
De uma aquarela que um dia, enfim, descolorirá.
Numa folha qualquer eu desenho um sol amarelo (que descolorirá).
E com cinco ou seis retas é fácil fazer um castelo (que descolorirá).
Giro um simples compasso e num círculo eu faço o mundo (que descolorirá).
ACUARELA
En los mapas del cielo,
el sol siempre es amarillo
y la lluvia o las nubes
no pueden velar tanto brillo
ni los árboles nunca podrán ocultar el camino,
de la luz hacia el bosque
profundo de nuestro destino.
Esa hierba tan verde, se ve como un manto lejano,
que no puede escapar,
que se puede alcanzar, sólo con volar.
Siete mares he surcado,
siete mares color azul,
yo soy nave, voy navegando,
y mi vela eres tú...
Bajo el agua veo peces de colores,
van donde quieren, no los mandas tú...
Por el cielo, va cruzando,
por el cielo color azul,
un avión que vuela alto,
diez mil metros de altitud,
desde tierra lo saludan con las manos, se va alejando, no se dónde va,
no se dónde va...
Sobre un tramo de vía,
cruzando un paisaje de ensueño,
en un tren que me lleva de nuevo a ser muy pequeño,
de una América a otra,
tan sólo es cuestión de un segundo,
basta con desearlo
y podrás recorrer todo el mundo...
Un muchacho que trepa,
que trepa en lo alto de un muro,
si se siente seguro,
verá su futuro con claridad...
Y el futuro, es una nave,
que por el cielo volará,
a Saturno, después a Marte,
nadie sabe dónde llegará,
si le ves venir,
si te trae amores, no te los roben sin apurar.
Aprovecha, los mejores, que después no volverán.
La esperanza, jamás se pierde, los malos tiempos pasarán,
piensa que el futuro es una acuarela y tu vida un lienzo,
que colorear, que colorear...
En los mapas del cielo
el sol siempre es amarillo
(tú lo pintarás)
y la lluvia o las nubes no pueden velar tanto brillo
(tú lo pintarás)
basta aún desearlo
y podrá recorrer todo el mundo
(tú lo pintarás)
Pongamos un manto de piedaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaad!!!!!!
( Sale con traducción para todos, especialmente para María, la lejana...)
Aquarela
Toquinho - Vinicius de Moraes - M. Fabrizio - G. Morra
Numa folha qualquer eu desenho um sol amarelo
E com cinco ou seis retas é fácil fazer um castelo.
Corro o lápis em torno da mão e me dou uma luva,
E se faço chover, com dois riscos tenho um guarda-chuva.
Se um pinguinho de tinta cai num pedacinho azul do papel,
Num instante imagino uma linda gaivota a voar no céu.
Vai voando, contornando a imensa curva Norte e Sul,
Vou com ela, viajando, Havai, Pequim ou Istambul.
Pinto um barco a vela branco, navegando, é tanto céu e mar num beijo azul.
Entre as nuvens vem surgindo um lindo avião rosa e grená.
Tudo em volta colorindo, com suas luzes a piscar.
Basta imaginar e ele está partindo, sereno, indo,
E se a gente quiser ele vai pousar.
Numa folha qualquer eu desenho um navio de partida
Com alguns bons amigos bebendo de bem com a vida.
De uma América a outra consigo passar num segundo,
Giro um simples compasso e num círculo eu faço o mundo.
Um menino caminha e caminhando chega no muro
E ali logo em frente, a esperar pela gente, o futuro está.
E o futuro é uma astronave que tentamos pilotar,
Não tem tempo nem piedade, nem tem hora de chegar.
Sem pedir licença muda nossa vida, depois convida a rir ou chorar.
Nessa estrada não nos cabe conhecer ou ver o que virá.
O fim dela ninguém sabe bem ao certo onde vai dar.
Vamos todos numa linda passarela
De uma aquarela que um dia, enfim, descolorirá.
Numa folha qualquer eu desenho um sol amarelo (que descolorirá).
E com cinco ou seis retas é fácil fazer um castelo (que descolorirá).
Giro um simples compasso e num círculo eu faço o mundo (que descolorirá).
ACUARELA
En los mapas del cielo,
el sol siempre es amarillo
y la lluvia o las nubes
no pueden velar tanto brillo
ni los árboles nunca podrán ocultar el camino,
de la luz hacia el bosque
profundo de nuestro destino.
Esa hierba tan verde, se ve como un manto lejano,
que no puede escapar,
que se puede alcanzar, sólo con volar.
Siete mares he surcado,
siete mares color azul,
yo soy nave, voy navegando,
y mi vela eres tú...
Bajo el agua veo peces de colores,
van donde quieren, no los mandas tú...
Por el cielo, va cruzando,
por el cielo color azul,
un avión que vuela alto,
diez mil metros de altitud,
desde tierra lo saludan con las manos, se va alejando, no se dónde va,
no se dónde va...
Sobre un tramo de vía,
cruzando un paisaje de ensueño,
en un tren que me lleva de nuevo a ser muy pequeño,
de una América a otra,
tan sólo es cuestión de un segundo,
basta con desearlo
y podrás recorrer todo el mundo...
Un muchacho que trepa,
que trepa en lo alto de un muro,
si se siente seguro,
verá su futuro con claridad...
Y el futuro, es una nave,
que por el cielo volará,
a Saturno, después a Marte,
nadie sabe dónde llegará,
si le ves venir,
si te trae amores, no te los roben sin apurar.
Aprovecha, los mejores, que después no volverán.
La esperanza, jamás se pierde, los malos tiempos pasarán,
piensa que el futuro es una acuarela y tu vida un lienzo,
que colorear, que colorear...
En los mapas del cielo
el sol siempre es amarillo
(tú lo pintarás)
y la lluvia o las nubes no pueden velar tanto brillo
(tú lo pintarás)
basta aún desearlo
y podrá recorrer todo el mundo
(tú lo pintarás)
@SOYSTATIRA
07/06/2006
LO BUE SI BRE DOS VECES BUE
@OJOSVERDES
07/06/2006
me canse de tanto portuges... besitos
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